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Avaliação psicológica na Aviação Civil:

É um dos requisitos exigidos pela Agencia Nacional de Aviação (ANAC) a solicitação da avaliação psicológica para todos aqueles que forem obter ou renovar o Certificado Médico Aeronáutico (CMA).

Devemos lembrar que os candidatos ao CMA lidam diariamente com muitas vidas e realizam trabalhos que requerem atenção, concentração, raciocínio, bom manejo das emoções e que tenham recursos internos para lidar com situações adversas, sendo imprescindível a realização de avaliação psicológica.

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Avaliação psicológica em Saúde Mental, para fins de Psicodiagnóstico

Tem por objetivo avaliar a saúde mental do avaliado e se existe a ocorrência de algum transtorno mental, como por exemplo, transtorno depressivo, transtornos de ansiedade, transtornos de personalidade, entre outros.

O psicodiagnóstico complementa a avaliação psiquiátrica, sendo muito solicitada por estes profissionais e também para fins periciais.

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Avaliação Psicológica

A Avaliação Psicológica tem por objetivo a realização de um estudo por meio de entrevistas e aplicação de testes que visam responder a uma demanda específica, através da emissão de um documento psicológico ao final da avaliação.

A solicitação de avaliação psicológica poderá advir de diversos campos, como por exemplo, avaliação para procedimentos cirúrgicos – como a cirurgia bariátrica; concursos públicos; para fins de psicodiagnóstico; no trânsito para obtenção da CNH (Carteira Nacional de Habilitação); na aviação civil para obtenção do CMA (Certificado Médico Aeronáutico); porte de armas; perícias judiciais e etc.

A avaliação psicológica permite o resguardo da saúde mental do avaliado e demais envolvidos, direcionando se o submetido a avaliação está em condições, ou não, de ter um laudo favorável, resguardando-o, de passar por procedimentos que poderão lhe causar dano ou sofrimento psíquico, sugerindo também possibilidades de intervenção. 

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O que é ansiedade?

A ansiedade está relacionada com a nossa sobrevivência e com o mecanismo de luta e fuga num ambiente em que consideramos ameaçador da nossa integridade física e/ou mental. É uma reação normal e esperada do nosso organismo para detectarmos uma situação de perigo que nos ameaça e a partir disso planejar uma fuga.

Há toda uma reação fisiológica: batimentos cardíacos acelerados, respiração rápida e transpiração. Quanto a reação psicológica, o medo e a necessidade de se proteger.

O que acontece com uma pessoa que desenvolve uma ansiedade patológica é que essa reação se torna constante, um alarme que não desliga nunca. O corpo fica vinte quatro horas em estado de alerta, se preparando para uma possível fuga de uma ambiente ou alguma situação que lhe pareça ameaçadora. Toda essa situação descrita ocorre a nível inconsciente, ou seja, a pessoa não tem consciência do motivo desses comportamentos, e se tem, pode não saber como desenvolveu.

Assim como a depressão, a ansiedade causa inúmeros prejuízos sociais. A pessoa com ansiedade, vive sempre à espera de que algo de ruim lhe aconteça. E não é só isso. As sensações vivenciadas numa crise de ansiedade – que se assemelham a um ataque cardíaco – a potencializam:

“Será que vou morrer? Será que essa sensação ruim vai acontecer de novo? E se eu estiver isso sozinho, quem vai me ajudar?”.

O sentimento da perda do controle é constante e o medo iminente da morte também, afinal, se há uma preparação do corpo para a fuga de um ambiente ameaçador, é porque espera-se que algo de ruim aconteça. Há o receio de perder o controle de si e da vida, por isso a preparação eterna para um futuro que ainda nem aconteceu.

A ansiedade, assim como a depressão, tem causas genéticas e correlação com eventos estressantes e situações traumáticas.

Os transtornos mentais em que a ansiedade patológica se manifesta são inúmeros, dentre eles: Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), Transtorno de Estresse Pós-traumático, Síndrome do Pânico, Fobias, dentre outros.

Os sintomas e comportamentos que podemos observar numa pessoa com ansiedade são: insônia, inquietação psicomotora, dificuldades com a atenção, concentração e raciocínio, comportamentos de compulsão, estresse e as consequências advindas são os inúmeros prejuízos sociais.
Muitas pessoas tendem a desenvolver hábitos ou vícios como forma de lidar com a ansiedade: desenvolvem compulsão alimentar, uso excessivo de álcool e drogas, tabagismo e tantos outros comportamentos.

O tratamento da ansiedade é realizado com medicação e psicoterapia. Os dois tratamentos precisam caminhar juntos.
Estudos apontam que pacientes que não aderem ao tratamento corretamente tendem a sofrer com crises de ansiedade num curto espaço de tempo, além dos inúmeros prejuízos sociais que se acumulam.

A psicoterapia auxiliará na compreensão das causas desse alerta constante e no controle da ansiedade, a fim de diminuir o sofrimento e os prejuízos sociais, promovendo, na medida do possível, a saúde mental e a qualidade de vida ao paciente.